Queer Lisboa 21 – O que vamos ver.
15/09/2017
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Mais um ano letivo que começa e não há só filas no supermercado de quem vai comprar material escolar. Há também nas bilheteiras do S. Jorge porque temos mais um ano de Queer Lisboa.

Achámos por bem mostrar-vos o que vamos ver. Sabemos que a maior parte dos filmes são gay, gay, gay mas há muita coisa para ver este ano e que de outra forma nunca chegaria até nós-  Por isso vamos à lista (e sim, adoramos listas).

Looping (2016) – Leonie Krippendorff

Leila, de 19 anos, não sabe o que procura, mas quer sentir-se viva. Frenja, de 35 anos, quer recuperar a vida que teve com o marido e a filha antes de ter estado doente. Ann, de 52 anos, viveu noutros países com outras pessoas, viu grande parte do mundo, amou e foi amada, mas não consegue afastar a solidão que sente. Três mulheres de três gerações que se encontram num ponto muito relevante das suas vidas numa clínica psiquiátrica. Entre elas surge uma forte relação cheia de energia, honestidade e erotismo.

Portanto, o encontro intergeracional que é apenas proporcionado porque todas têm um problema mental… hum, daqueles filmes que o trailer nos faz pensar, quem é que vai morrer no fim e também, porque é que alguém tem sempre de morrer quando falamos de lésbicas.

  • Dia 16 de Setembro às 17:15 – Cinema São Jorge, Sala Manoel de Oliveira.

Don’t Look At Me That Way (2015) – Schau Mich Nicht So An

Hedi é a nova vizinha de Iva, que cuida da sua filha, Sophia, sozinha. As duas mulheres começam uma relação e Iva perdidamente apaixonada por Hedi. De repente, surge o pai de Iva. Hedi sente-se fortemente atraída por ele. Parece que apenas existe um mundo para Hedi. O seu próprio mundo.

Ora, o egoísmo impera. Já quase me esquecia (porque já não há tantos filmes a contar esta história), uma mulher lésbica eventualmente vai ter uma grande e forte atração por um homem cis com um pénis que finalmente a fará feliz. E novidades?

  • Dia 16 de Setembro às 21h30 – Cinema São Jorge, Sala 3

Corpo Elétrico (2016) – Marcelo Caetano

O Verão está a chegar e Elias tem sonhado muito com o mar. Na fábrica onde trabalha, as responsabilidades aumentam à medida que as férias se aproximam. Depois de uma noite a trabalhar horas extra, Elias e os operários decidem sair e ir beber uma cerveja. É quando novos encontros e desejos se abrem no seu horizonte.

Esperamos ver a interseccionalidade a entrar em ação neste filme onde falamos de orientação sexual, classe e identidade de género.

  • 16 Setembro às 22h00 – Cinema São Jorge, Sala Manoel de Oliveira
  •  18 Setembro às 17h15 – Cinema São Jorge, Sala Manoel de Oliveira

When We Are Together We Can Be Everywhere (2015) – Marit Östberg

When We Are Together We Can Be é um filme sobre pornografia. É um filme sobre amizade e sexo. É uma carta de amor de Marit, a realizadora, para a sua estrela, Liz. É pornografia que quer tornar-se realidade. É pornografia que foi realidade enquanto foi rodada. Liz passeia-se por quartos escuros, casas de banho, terrenos baldios e jardins. Berlim é o palco, usado como parque e projeção dos seus desejos.

Uma forma de ver e uma forma de fazer desconstrução e ao mesmo tempo um conto pessoal, íntimo. Interessante.

  • 16 Setembro às 23h30 – Cinema São Jorge, Sala 3

The Strangest Stranger (2017) – Magnus Bärtås – documentário

No romance Kafka À Beira-Mar, de Haruki Murakami, surge um homem misterioso, que se autointitula de Johnnie Walker. Terá ele sido criado à imagem de Joni Waka, um homem judeu que vive em Tóquio, ou o contrário? Carismático e falador, Waka é um verdadeiro camaleão. Um autoproclamado outsider, mitomaníaco, homossexual e o centro das atenções em todas as festas. E ele vem de uma antiga linhagem judaica, como o próprio alega.

Um documetário que apresenta a possibilidade de ser diferente de viver diferença, inventar-se e re-inventar-se. Parece-nos muito bem.

  • 17 Setembro às 17h00 – Cinema São Jorge, Sala 3

Close-Knit (2017) – Naoko Ogigami

Numa Primavera, Hiromi, mãe de uma menina de 11 anos, Tomo, saiu de casa pela enésima vez. Tomo já está habituada e, como sempre, mudou-se para a casa de Makio. Makio é irmão de Hiromi e vive com Rinko, a sua belíssima namorada. Na verdade, Rinko é uma mulher transgénero. Rinko cozinha refeições deliciosas e é carinhosa com Tomo. Está um pouco confusa, mas Tomo, Rinko e Makio começam a viver juntos. Um dia, Rinko ensina Tomo a tricotar para controlar o seu temperamento. Na puberdade, quando lutava com a sua sexualidade, Rinko também foi ensinada pela mãe a tricotar. Uma filha negligenciada pela mãe. Um tio gentil e a sua paixão transgénero. Um menino angustiado que sente ser gay… Um “tricô” que reorganiza esta família não convencional.

Será que a mulher trans pode alguma vez não ser feminina, boa dona de casa e mãe? Mas, interessante pelo contexto cultural e pela história de uma família diferente da norma.

  • 17 Setembro às 19h30 – Cinema São Jorge, Sala Manoel de Oliveira

Pieles (2017) – Eduardo Casanova

A nossa aparência física condiciona-nos perante a sociedade. Pieles apresenta a história de pessoas fisicamente diferentes que, por consequência, foram forçadas a esconderem-se, a tornarem-se reclusas ou a agruparem-se. Samantha (uma mulher cujo sistema digestivo está invertido), Laura (uma rapariga sem olhos) e Ana (uma mulher com o rosto deformado), são personagens que lutam por um lugar numa sociedade que apenas aceita arquétipos de beleza que excluem e marginalizam qualquer pessoa diferente.

De fundo violeta este filme parece importante para nos ajudar a pensar em corporalidade e no privilégio de alguns corpos e ao mesmo tempo dificuldades de outros. Importante.

  • 17 Setembro às 22h00 – Cinema São Jorge, Sala Manoel de Oliveira
  • 19 Setembro às 17h15 – Cinema São Jorge, Sala Manoel de Oliveira

Small Talk (2017) – Hui-Chen Huang

Do casamento arranjado, costume em Taiwan nos anos 1970, Anu teve duas filhas. Após o divórcio, educou-as sozinha e desde então só teve relações amorosas com mulheres. Ainda que questionar a vida amorosa das mães seja considerado tabu na cultura taiwanesa, é esse o tópico de uma das suas filhas, a realizadora Hui-Chen Huang. Em Small Talk, mãe e filha discutem sobre a solidão, a confiança e o abuso. Hui-Chen tenta compreender a sua mãe ao conversar com as suas tias e ex-amantes. Desta forma, retrata as mudanças ocorridas na vida de três gerações diferentes de mulheres taiwanesas.

Este é daqueles que queremos muito ir ver. Parece-nos uma história tão humana, uma forma de contá-la tão bonita. Vamos ver de certeza.

  • 18 Setembro às 17h00 – Cinema São Jorge, Sala 3

My Mother Is Pink (2017) – Cecilie Debell

O performer Michael Richardt e a sua mãe, Malou, são muito próximos. Michael, expressivo e extravagante, dissimula uma história familiar complicada. Em busca das suas origens, Michael pede à sua mãe que se junte a ele numa carrinha cor-de-rosa e ambos partem numa viagem pelo passado. Malou adora cor-de-rosa e Michael, por sua vez, pinta-se de azul.

Em como as viagens que fazemos são feitas tantas vezes ao lado de quem menos esperamos.

  • 18 Setembro às 19h30 – Cinema São Jorge, Sala Manoel de Oliveira

Donna Haraway: Story Telling for Earthly Survival (2016) – Fabrizio Terranova

Donna Haraway é professora emérita, feminista e entusiasta no que se refere à ciência e à ficção. Tornou-se conhecida nos anos 1980 pelo trabalho que desenvolveu com questões relativas ao feminismo, género e identidade, política e tecnologia. Haraway é uma talentosa contadora de histórias que traça um universo rebelde e esperançoso repleto de criaturas e espécies trans futurísticas, numa era de catástrofes.

É como uma oportunidade de aceder à forma de pensar desta filosofa, feminista, cientista. Sim, sim e sim.

  • 19 Setembro às 17h00 – Cinema São Jorge, Sala 3

Homogeneous, Empty Time (2017) – Thunska Pansittivorakul, Harit Srikhao

Este documentário explora o crescimento do nacionalismo de acordo com o conceito de “tempo homogéneo e vazio”, de Walter Benjamin. Desta forma, o filme explora várias comunidades na Tailândia, como alunos da Escola Secundária, pessoas religiosas, líderes da direita nacionalista, cadetes militares e pessoas que vivem na fronteira do sul, numa tentativa de descobrir a fundação na nação tailandesa.

Este filme é a possibilidade de ver recortes da construção de um país por olhares queer, críticos da situação do mesmo contando-a poeticamente.

  • 20 Setembro às 17h00 – Cinema São Jorge, Sala 3

Au-delà de l’Ombre (2017) – Nada Mezni Hafaiedh

Neste documentário descobrimos o lado misterioso de Amina Sboui (ex-membro das Femen) e do seu quotidiano. Os seus amigos da comunidade LGBT, que vivem na sua casa, foram rejeitados pelas famílias e sociedade. Através de Amina entramos nas histórias destas pessoas: Sandra (travesti), Rami (gay), Ayoub (gay) e Atef (gay e travesti).

 

As violências de vivermos na nossa própria pele estão espelhadas neste documentário.

  • 21 Setembro às 17h00 – Cinema São Jorge, Sala 3

Jewel’s Catch One (2016) – C. Fitz

Jewel’s Catch One celebra o legado de um dos mais lendários clubes noturnos de Los Angeles, o Catch One, e a influência que a sua proprietária, Jewel Thais-Williams, teve na sua comunidade ao quebrar barreiras raciais e culturais e ao construir a mais antiga discoteca na América cuja proprietária é negra. A história de Jewel é uma celebração da música, da moda, das celebridades e do ativismo que ajudaram a mudar a história dos EUA.

A importância da ocupação do espaço, da criação de espaço nosso. A oportunidade de ter/ser família.

  • 21 Setembro às 17h15 – Cinema São Jorge, Sala Manoel de Oliveira

Entre os Homens de Bem (2016) – Caio Cavechini, Carlos Juliano Barros

Jean Wyllys é um corpo estranho num Congresso Nacional de tendências cada vez mais conservadoras, baseadas num discurso moralista e impregnadas pelo fundamentalismo cristão. Durante três anos, este documentário acompanhou os passos do deputado como porta-voz das causas LGBT, atentando a discussões políticas que transbordam de Brasília para as ruas e para as redes sociais, numa polarização política sem precedentes no país. Além de traçar o perfil de uma personagem singular, Entre os homens de bem é o prólogo do atual cenário de crise da política brasileira.

A inspiração para começarmos a ocupar mais lugares de poder.

  • 21 Setembro às 19h30 – Cinema São Jorge, Sala Manoel de Oliveira

Casa Roshell (2017) – Camila José Donoso

Roshell, de 51 anos, e Liliana, de 43, gerem juntas a Casa Roshell. Como um espaço utópico, este lugar é um esconderijo para os homens que vivem reprimidos nos seus desejos de feminização e travestismo. Uma pequena sala com um palco recebe os seus convidados com intimidade, entre performances políticas e playbacks. As conversas ganham um cunho existencialista quando surgem frustrações e os sonhos se concretizam. Sonhos sobre a dualidade dos géneros e a sua realidade como homens biológicos, sobre os seus desejos inatos e a constante busca da identidade.

Será o Finalmente mexicano? Espaços em que a tradicão se cruza com a transgressão.

  • 21 Setembro às 21h30 – Cinema São Jorge, Sala 3

Los Objetos Amorosos (2016) – Adrián Silvestre

Luz parte para Itália em busca de um futuro melhor, deixando o seu filho de dois anos ao cuidado da sua família, na Colômbia. No entanto, o seu sonho europeu começa a desaparecer à medida que começa a ser vítima de uma série de infortúnios. Luz assume o seu novo status social e começa a trabalhar como empregada de limpeza. Inesperadamente, conhece Fran, uma pessoa tão extraordinária que a faz ultrapassar todos os seus preconceitos. Juntas decidem tomar conta das suas próprias vidas: o mundo está diante delas e Roma aos seus pés.

As migrações são em tantas coisas tantas oportunidades.

  • 21 Setembro às 22h00 – Cinema São Jorge, Sala Manoel de Oliveira
  • 22 Setembro às 17h15 – Cinema São Jorge, Sala Manoel de Oliveira

Fresh Kill (1994) – Shu Lea Cheang

Fresh Kill representa a relação entre o capitalismo e o consumismo desde a Ilha das Orquídeas, em Taiwan –usada como depósito para resíduos radioativos na década de 1980–, à costa de Staten Island, em Nova Iorque. Explorando as relações entre personagens representativas de estratos sociais diferentes, o filme levanta questões relativas ao elitismo, ao racismo, ao sexismo e à heteronormatividade, entre outros.

Quando as nossas realidade são tanto de tanta gente e tudo e tudo.

  • 21 Setembro às 23h30 – Cinema São Jorge, Sala 3

Transit Havana (2016) – Daniel Abma

Em Havana, as transexuais Odette, Juani e Malú aguardam pela cirurgia genital, realizada pelos principais cirurgiões europeus e organizada pela filha do presidente, Mariela Castro. Castro lidera uma revolução sexual aliada ao clássico socialismo estatal. As novas possibilidades enfrentam problemas antigos: encontrarão as pessoas trans cubanas a felicidade, apesar da intolerância, da pobreza e da prostituição?

Quando falamos de mulheres trans também falamos disto. E da negociação de se ser quem se é e ser-se o que se pode ser.

  • 22 Setembro às 19h30 – Cinema São Jorge, Sala Manoel de Oliveira

Enactone (2016) – Sky Deep

Depois de sofrer uma morte injusta em 1914, Marie Scott, antiga escrava dos EUA (agora uma vampira) ganhou uma segunda oportunidade para se vingar e viver para sempre. Este tipo de vida vem com um preço e, como todos os outros, Marie Scott vai ter de pagar. Enactone é um vislumbre dos rituais queer e eróticos para um feriado anual de vampiros. A questão é: consegue Marie Scott resistir ao sangue orgásmico mais primitivo na sua busca para se tornar a próxima amante?

Vampiras queer à là Twilight mas muuuitooo melhor. E mais não dizemos.

  • 22 Setembro às 23h30 – Cinema São Jorge, Sala 3

 

CURTAS METRAGENS

Coming Out Of Space (2016) – Francy Fabritz

Duas mulheres lésbicas colidem na Terra, vindas do espaço. Elas caem uma sobre a outra em super-slow-motion, explorando as sensações dos seus novos corpos na Terra: a leveza diminui, a gravidade começa. Um encontro lúdico com o sexo lésbico.

É uma curta com lésbicas a fazerem sexo ah não, esperem, elas vêm do espaço. Pronto.

  • 16 Setembro às 23h30 – Cinema São Jorge, Sala 3

Vênus – Filó a Fadinha Lésbica (2017) – Sávio Leite

Da espuma do mar, fecundada pelo sangue do céu, nasceu Vênus, a deusa encantadora. Neste conto de fadas animado, Filó, uma fadinha lésbica com dedos ágeis, seduz as mulheres de dia, vestida como se fosse um rapaz. Mas à noite acontece algo estranho e rapidamente metade da população da Vila do Troço coloca-se ansiosamente em fila.

Poesia, fantasia, poeticamente, fantasiando e com fadas e tudo.

  • 17 Setembro às 19h15 – Cinema São Jorge, Sala 3

Reluctantly Queer (2016) – Akosua Adoma Owusu

Este curta-metragem epistolar revela-nos a vida inquietante de um jovem ganês na sua luta para reconciliar o amor que tem pela mãe com o amor pelo desejo do mesmo sexo no meio das crescentes tensões incitadas pelas políticas sobre relações entre pessoas do mesmo sexo no Gana. Focado numa carta repleta de hesitações e incertezas, Reluctantly Queer desobedece e questiona o que significa ser queer para este homem no tempo e no espaço.

Porque os conflitos de nós e com as pessoas à nossa volta, onde estamos e para onde vamos, são sempre uma realidade.

  • 18 Setembro às 19h15 – Cinema São Jorge, Sala 3

My Gay Sister (2017) – Lia Hietala

Desde os 7 anos que Majken sabe que é lésbica e Gabbi descobriu recentemente que também gosta de raparigas. Mas enquanto a Cleo, a irmã de 10 anos de Gabbi, por quem está ela apaixonada? Por uma rapariga ou por um rapaz? My Gay Sister é uma história de jovens raparigas a terem contacto pela primeira vez com as expectativas para definirem a sua sexualidade e sobre a capacidade de criarem, ganharem e perderem a confiança umas nas outras.

Fofinho para no fim do dia nos lembrarmos de como chegámos até aqui.

  • 19 Setembro às 19h15 – Cinema São Jorge, Sala 3

Tailor (2017) – Calí dos Anjos

Tailor é um cartoonista transgénero que partilha na sua página na internet experiências de outras pessoas trans e os seus desafios dentro da sociedade. Um documentário animado sobre pessoas trans, feito por pessoas trans.

Na partilha encontamo-nos. Mesmo que durante dez minutos.

  • 19 Setembro às 19h15 – Cinema São Jorge, Sala 3

Home (2016) – More Raça

Os irmãos mais velhos de Hava decidem repartir a sua propriedade paternal. De acordo com a tradição, o direito à herança pertence a descendentes masculinos, enquanto Hava não tem qualquer direito de herdar. O irmão mais velho é obrigado a encontrar um marido para a irmã. Hava tem de se casar e viver na casa do marido.

Como as realidades não são só as Europeias e Estadunidenses. É importante percebermos que o mundo é grande e existem tantas histórias diferentes das nossas.

  • 22 Setembro às 17h00 – Cinema São Jorge, Sala 3

It’s (Not) Just Another Party (2017) – Inês Alves

Uma comunidade de pessoas queer encontra-se para dançar, apoiar-se e expressar a sua sexualidade e liberdade, para celebrar a vida. Luzes, drama, energia e diversão são algumas das características destes eventos, chamados de ballrooms. Mas é muito mais do que uma festa…

Paris is Burning também é hoje, também é nas nossas comunidades e nos espaços que criamos para nós. Para sermos através de nos expressarmos livremente e nos apaixonarmos nas pistas de dança.

  • 22 Setembro às 17h00 – Cinema São Jorge, Sala 3

E vocês, o que é que vão ver?

Bons filmes!

Queering style

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O queeringstyle é um espaço queer feminista, que tem como missão a visibilidade de discursos, de identidades variadas para que pessoas possam falar de si, estar e ocupar espaço.
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