Lembramos Katiane.
05/09/2016
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Uma vida foi ceifada e pouco foi dito.
Foi uma vida preta;
uma vida mulher;
uma vida sapatão.

Três fardos em um só corpo, três sentenças de morte, três autos de resistência social.

O fogo que marcou o ódio na pele preta, a brutalidade que violou seu corpo e o apagamento que obstrui a justiça, essa semana, fizeram espetáculo no Teatro Nacional. No centro da capital.

E ninguém viu,
nem vai ver.

O genocídio negro, o feminicídio, a violência e a barbárie são menos importantes que um divórcio na TV.

Katiane, meu luto por você é verbo.

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